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A taxa de desemprego voltou a diminuir para 6,7% e está em mínimos de 2004. Emprego cresce mais entre as mulheres e trabalhadores com mais de 65 anos. Imobiliário tem crescimento mais expressivo.

A taxa de desemprego diminuiu para 6,7% no segundo trimestre do ano, face aos 7,9% que se registaram no primeiro trimestre do ano, anunciou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE). O número de mulheres a entrar no mercado de trabalho está a aumentar, assim como o número de trabalhadores com mais de 65 anos. Emprego no setor das atividades imobiliárias cresceu 19,1% no último ano.

O desemprego continua a cair e a atingir sucessivos mínimos, uma melhoria especialmente vincada devido aos anos recentes de crise económica em Portugal. A taxa de desemprego caiu para 6,7% no segundo trimestre, significativamente abaixo dos 7,9% do primeiro trimestre deste ano e dos 8,8% do mesmo trimestre do ano passado.

Apesar da tendência evidenciada nos dados mensais, o INE dá conta de que a população aumentou, ainda que em valores muito residuais, o que pode significar que a melhoria da taxa de desemprego é feita maioritariamente através de um regresso ao mercado de trabalho de pessoas em situação de desemprego, apesar das novas entradas parecerem limitadas.

No entanto, os números permitem perceber que há mudanças:
Emprego cresce mais entre as mulheres. O número de mulheres empregadas aumentou 1,7% face ao primeiro trimestre (e 3,2% face ao mesmo trimestre do ano anterior). Ou seja, o número de mulheres empregadas aumentou em 40,5 mil entre abril e junho, ou 73,3 mil comparando com há um ano.
E menos entre os homens. Entre abril e junho deste ano o número de homens empregados, que em termos totais continua a ser superior, aumentou 26,9 mil, ou 40,8 mil comparando com o final do segundo trimestre do ano passado.
O número de trabalhadores com mais de 65 anos está a aumentar. De acordo com o INE, no último trimestre havia mais 13,3 mil trabalhadores com mais de 65 anos com emprego. Este aumento é mais recente, já que face há um ano ainda apresenta uma diminuição.
Desemprego ainda é mais alto nas ilhas. Açores e Madeira são as regiões do país onde há mais desemprego, com taxas acima dos 8%. A área metropolitana de Lisboa e do Porto seguem-se.
Desemprego ?real? continua a cair e (e o dobro da taxa de desemprego). A taxa de subutilização do trabalho voltou a diminuir, agora de 15,2% para 13,3%, acompanhando a redução da taxa de desemprego ?normal?. No entanto, continua a ser quase o dobro da taxa que não conta com o subemprego a tempo parcial e os inativos.


Emprego no imobiliário cresce 19,1%

O número de pessoas empregadas em atividades imobiliárias foi o que teve o crescimento mais expressivo, isto em termos relativos, já que se trata de um setor ainda pequeno (em termos de força de trabalho) e porque a maior parte dos trabalhadores portugueses ainda se encontram no setor dos serviços.

Ainda assim, o emprego em atividades imobiliárias cresceu 11,5% só entre abril e junho deste ano. Em comparação com junho de 2017, o emprego neste setor cresceu 19,1%, de longe o aumento mais expressivo (em termos totais, continua a ser um setor diminuto). O segundo maior aumento, em termos relativos, foi no setor do alojamento e restauração, onde o emprego cresceu 6,4%, mas neste caso o emprego ainda está abaixo do que se verificava em junho do ano passado.

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